A Record fez uma série de matérias sobre o caótico transporte público brasileiro.
Nem é preciso dizer que a situação de São Paulo-capital é a pior do país. Faltam ônibus, que demoram para passar e, quando chegam, estão quase sempre lotados. Faltam também novas linhas e estações de metrô, que surgem num ritmo extremamente lento e primeiramente nos bairros da “Veja São Paulo”.
O preço do transporte público na capital paulista, mesmo com todos esses defeitos, é caro; embora o maior preço seja pago em termos de qualidade de vida. A reportagem da Record entrevistou uma porção de pessoas, quase todas elas levam 3:30 horas somente para ir ao trabalho. Se contarmos ida e volta, são quase 7 horas perdidas dentro de ônibus e metrôs lotados. São os navios negreiros do século XXI, da fascista São Paulo.
Enquanto a solução para transporte público em São Paulo e nas outras capitais não vem, as pessoas fogem para o transporte privado: carros, motos – os muito ricos vão helicópteros. Ao mesmo tempo, por falta de dinheiro, muitos se locomovem a pé ou de bicicletas. Ou seja, quem o caótico transporte público não expulsou pela insalubridade, expulsou pelo bolso.
SEMPRE TIVE A CURIOSIDADE DE SABER QUAL EXATAMENTE É O SUBSÍDIO POR UNIDADE EM SÃO PAULO, SENDO A PASSAGEM DOS PAULISTAS A MAIS CARA DO PAÍS, SE CONTARMOS O SUBSÌDIO DEVE SER A MAIS CARA DO SISTEMA PLANETÁRIO TODINHO, SEM CONTAR AS REFORMAS DOS TRENS ESPANHÓIS DO SENHOR COVAS QUE SEGUNDO CONSTA CUSTARAM MAIS CARO QUE SE TIVESSEM COMPRADO TRENS NOVOS, E POR AÍ VAI, A GENTE "NUNCA SABE" MUITO BEM PRÁ ONDE . . .
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